O diabo sem você é nada!
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Lendo textos antigos, pregações também antigas e lendo a Bíblia que é mais antiga ainda, chego a essa conclusão: o Diabo sem você é nada!
Jesus em MT 3:9 disse aos judeus que Deus poderia “das pedras suscitar descendência à Abraão”. Entretanto MT 4:3, Ele negou-se a transformar pedras em pães. Mas, paradoxalmente, iniciou Seu ministério transformando água em vinho, conforme JO 2. Aí faço a pergunta com toque mineiro “UAI, pode o num pode transformar as coisas?” a resposta e simples “Depende da motivação”.
A motivação em Deus suscitar descendência a Abraão era por 2 fatos bem simples, no natural ter prometido a Abraão isso quando no pacto entre eles e também no sentido espiritual porque Jesus sendo descendência de Abraão ao pagar o preço pelo pecado tornando-se para nós o segundo Adão como está escrito em 1 CO 15:45 “Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante. “ transcendendo aqui sua descendência natural porque como Adão era descendência direta de Deus o segundo Adão (Jesus) também , agora nesta condição Ele pode estender a nós sua descendência tanto natural quanto espiritual e por isso que em EF 3:6 diz “A saber, que os gentios são co-herdeiros, e de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho;” e também somos co-herdeiros das promessas à Abraão, porque agora somos dele geração.
Quando da tentação na ocasião na qual negou-se a transformar pedras em pães para suprir uma necessidade natural, a ênfase não recai no ato em si do ponto de vista físico, que tal “transformação” implicaria, mas sim nas razões que o induziam naquele ato. Ora, Ele estava sendo sugestionado pelo diabo, e, em toda sugestão que carregue uma motivação errada, não importando o que seja, segui-la, é sempre algo mal.
Aqui, neste ponto, fica claro que a questão de Jesus para não realizar aquele feito, não era de natureza moral e nem teológica, mas sim essencial. Jesus não veio ao mundo fazer a sua vontade e sim a vontade do Pai, Seguir aquela sugestão seria mal tanto em razão da motivação, temos de um lado, fome; de outro, demonstração de poder, quanto também de quem Ele recebe a sugestão: o diabo, fato que se repete quando repreende duramente a Pedro em Mateus 16:23 Jesus virou-se e disse a Pedro: "Para trás de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, e não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens". (NVI)
O interessante, naquele episódio, é que o diabo não faria nada, e não fez nada, exceto sugerir que Jesus fizesse algo por Si mesmo. Isto porque o diabo precisa do indivíduo para realizar qualquer coisa. O diabo não realiza nada em sua vida sem você.
O mal pré-definido todos sabemos quando ele já chega com sua própria cara. Na maioria das vezes, entretanto, o mal não tem cara de nada mal, exceto pelo fato que ele realiza o casamento da necessidade instintual ou existencial, com a oferta de algo que realizaria um alívio imediato do problema, chamamos isso de “tentação”.
As tentações que nascem do íntimo das pessoas essas são poderosas. Aliás, essas são as únicas tentações que de fato tentam. O erro, nesse caso, está na entrega da necessidade à sugestão que vem de fora. É esse ceder à sugestão é aquilo que conflita a alma. Isto porque, sozinho, Jesus jamais transformaria pedras em pães a fim de se alimentar. Mas quando o diabo se misturou no ambiente da necessidade, então, a simples fome virou tentação.
Ter fome não é mal, ao contrário, é bom em muitos casos, gera esforço, gera objetivos, gera metas, ao passo que viver sem fome pode ser muito ruim, quem já sofreu de algum tipo de “Falta de apetite” sabe o que estou falando.
O equilíbrio da existência está entre a fome e o pão. Pão sem fome é um horror, e fome sem pão é uma desgraça. É justamente nesse meio que o diabo mora!
O diabo não vive do que é mal, mas sim de transformar o que é bom em algo ruim, pois ele tentar parecer que tal coisa se realizaria por concessão dele. O diabo adora pretender fazer concessões, pois, ele sabe que são essas concessões ilegítimas aquilo que torna até o ato de comer pão em algo culposo, algo que trará peso.
Na realidade aceitar algo como concessão do diabo é aquilo que torna qualquer coisa em algo ruim.
Pior do que a fome é o pão que carrega a sugestão do diabo! Jesus se viu livre da tentação não negando a necessidade (o pão), mas afirmando a necessidade superior do ser: comer também e, sobretudo, a Palavra de Deus.
Negar a fome aumenta a tentação; assumi-la, esvazia a tentação.
Jesus saiu dali e foi comer e comeu comida de anjos, mas só comeu o que era bom porque negou-se a comer conforme o cardápio do diabo.
Muitas vezes não é oque, mas sim como.
Assim, não se preocupe com a sua fome, mas se preocupe muito, com as “soluções” que você encontra pra ela.
E lembre-se: Nem só de pão vive o homem, mas de toda Palavra que sai da boca de Deus.
Jorge.
Jesus em MT 3:9 disse aos judeus que Deus poderia “das pedras suscitar descendência à Abraão”. Entretanto MT 4:3, Ele negou-se a transformar pedras em pães. Mas, paradoxalmente, iniciou Seu ministério transformando água em vinho, conforme JO 2. Aí faço a pergunta com toque mineiro “UAI, pode o num pode transformar as coisas?” a resposta e simples “Depende da motivação”.
A motivação em Deus suscitar descendência a Abraão era por 2 fatos bem simples, no natural ter prometido a Abraão isso quando no pacto entre eles e também no sentido espiritual porque Jesus sendo descendência de Abraão ao pagar o preço pelo pecado tornando-se para nós o segundo Adão como está escrito em 1 CO 15:45 “Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante. “ transcendendo aqui sua descendência natural porque como Adão era descendência direta de Deus o segundo Adão (Jesus) também , agora nesta condição Ele pode estender a nós sua descendência tanto natural quanto espiritual e por isso que em EF 3:6 diz “A saber, que os gentios são co-herdeiros, e de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho;” e também somos co-herdeiros das promessas à Abraão, porque agora somos dele geração.
Quando da tentação na ocasião na qual negou-se a transformar pedras em pães para suprir uma necessidade natural, a ênfase não recai no ato em si do ponto de vista físico, que tal “transformação” implicaria, mas sim nas razões que o induziam naquele ato. Ora, Ele estava sendo sugestionado pelo diabo, e, em toda sugestão que carregue uma motivação errada, não importando o que seja, segui-la, é sempre algo mal.
Aqui, neste ponto, fica claro que a questão de Jesus para não realizar aquele feito, não era de natureza moral e nem teológica, mas sim essencial. Jesus não veio ao mundo fazer a sua vontade e sim a vontade do Pai, Seguir aquela sugestão seria mal tanto em razão da motivação, temos de um lado, fome; de outro, demonstração de poder, quanto também de quem Ele recebe a sugestão: o diabo, fato que se repete quando repreende duramente a Pedro em Mateus 16:23 Jesus virou-se e disse a Pedro: "Para trás de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, e não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens". (NVI)
O interessante, naquele episódio, é que o diabo não faria nada, e não fez nada, exceto sugerir que Jesus fizesse algo por Si mesmo. Isto porque o diabo precisa do indivíduo para realizar qualquer coisa. O diabo não realiza nada em sua vida sem você.
O mal pré-definido todos sabemos quando ele já chega com sua própria cara. Na maioria das vezes, entretanto, o mal não tem cara de nada mal, exceto pelo fato que ele realiza o casamento da necessidade instintual ou existencial, com a oferta de algo que realizaria um alívio imediato do problema, chamamos isso de “tentação”.
As tentações que nascem do íntimo das pessoas essas são poderosas. Aliás, essas são as únicas tentações que de fato tentam. O erro, nesse caso, está na entrega da necessidade à sugestão que vem de fora. É esse ceder à sugestão é aquilo que conflita a alma. Isto porque, sozinho, Jesus jamais transformaria pedras em pães a fim de se alimentar. Mas quando o diabo se misturou no ambiente da necessidade, então, a simples fome virou tentação.
Ter fome não é mal, ao contrário, é bom em muitos casos, gera esforço, gera objetivos, gera metas, ao passo que viver sem fome pode ser muito ruim, quem já sofreu de algum tipo de “Falta de apetite” sabe o que estou falando.
O equilíbrio da existência está entre a fome e o pão. Pão sem fome é um horror, e fome sem pão é uma desgraça. É justamente nesse meio que o diabo mora!
O diabo não vive do que é mal, mas sim de transformar o que é bom em algo ruim, pois ele tentar parecer que tal coisa se realizaria por concessão dele. O diabo adora pretender fazer concessões, pois, ele sabe que são essas concessões ilegítimas aquilo que torna até o ato de comer pão em algo culposo, algo que trará peso.
Na realidade aceitar algo como concessão do diabo é aquilo que torna qualquer coisa em algo ruim.
Pior do que a fome é o pão que carrega a sugestão do diabo! Jesus se viu livre da tentação não negando a necessidade (o pão), mas afirmando a necessidade superior do ser: comer também e, sobretudo, a Palavra de Deus.
Negar a fome aumenta a tentação; assumi-la, esvazia a tentação.
Jesus saiu dali e foi comer e comeu comida de anjos, mas só comeu o que era bom porque negou-se a comer conforme o cardápio do diabo.
Muitas vezes não é oque, mas sim como.
Assim, não se preocupe com a sua fome, mas se preocupe muito, com as “soluções” que você encontra pra ela.
E lembre-se: Nem só de pão vive o homem, mas de toda Palavra que sai da boca de Deus.
Jorge.
